quarta-feira, 28 de janeiro de 2015
Cuidados extras com nossos peludinhos no verão
segunda-feira, 26 de janeiro de 2015
Glândula anal
Glândula anal
Localizados na região do ânus, os sacos anais são duas bolsas que abrigam um par de glândulas.
Essas glândulas são responsáveis pela
produção de um líquido de cor castanha, muito fétido, cuja função
principal é comportamental, isto é, os animais se identificam
através desse cheiro. A glândula produz um dos odores usados pra marcar território.
A drenagem desse líquido é natural e ocorre durante a passagem das
fezes. No entanto, essas glândulas podem inflamar, levando o animal
a um enorme desconforto para defecar.
Devido a algumas alterações físicas e/ou orgânicas (obstrução do orifício de passagem da secreção, excesso de secreção, drenagem insuficiente,
etc) estas glândulas podem impactar, infeccionar e/ou abscedar:
- impactação: ocorre um endurecimento do conteúdo glandular, fazendo com que a secreção não seja mais eliminada fisiológicamente, causando acúmulo de conteúdo no saco anal, que pode gerar dor e incomodo ao animal. Isso pode acorrer por uma alteração na consistência das fezes (diarréia, fezes pastosas) que dificulte a compressão , ou pelo processo de envelhecimento que causa uma flacidez da musculatura local.
- infecção: os canais de eliminação da secreção da glândula anal, desembocam na musculatura anal, pode ocorrer contaminação ascendente de fezes ou ambiente, para dentro do saco anal.
- abscedação: ocorre quando há rompimento do saco anal, devido a impactação crônica e/ou formação de abscesso local (infecção).
O animal sente-se incomodado e, por esse motivo, esfrega o ânus no
chão, lambe ou tenta morder a região.
CUIDADOS E PREVENÇÃO
É hábito de muitos banhistas/tosadores apertarem as glândulas adnais dos cães e gatos durante os banhos. Isso é totalmente desaconselhável e só quem deve fazer é o Médico veterinário, quando julgar necessário. Pois sendo um tecido glandular, ele está em constante trabalho produzindo secreção, e de nada adianta drenar frequentemente, pois quanto maior a manipulação, maior será a estimulo glandular para produção. E favorercendo com isso a produção excessiva de conteúdo, podendo gerar impactação seguida de abscedação.
As afecções dos Sacos Anais são mais frequentes em raças de cães pequenos como Poodles Miniatura, Chihuahuas e Toy Poodles, podendo no entanto, aparecer em qualquer raça e tamanho.
Maior predisposição em animais obesos uma vez que a drenagem dos Sacos fica dificultada.
Os animais idosos, e aqueles que já apresentaram problemas nas glândulas do saco anal, devem ser frequentemente inspecionados. O médico veterinário pode orientar o proprietário destes animais, como identificar um aumento do saco anal e consequente necessidade de levá-los a clínica para devido tratamento.
Dra. Vanessa Nogueira
CRMV-RJ 8062
Fotos retiradas da internet
quinta-feira, 22 de janeiro de 2015
CFMV cria Resolução para comercialização de animais em estabelecimentos comerciais
CFMV cria diretrizes pelas boas práticas veterinárias em estabelecimentos de exposição e comercialização de animais.
12 de janeiro de 2015 - Considerando que a exposição, a manutenção, a venda e a doação de animais em estabelecimentos comerciais são práticas comuns no Brasil, o Conselho Federal de Medicina Veterinária (CFMV) decidiu estabelecer princípios e normas que garantam a segurança, a saúde e o bem-estar dos animais que estiverem sob o cuidado de pet shops, parques de exposição e feiras agropecuárias, por exemplo. O objetivo é garantir que os serviços sejam prestados de acordo com as boas práticas veterinárias.
Relacionadas também a procedimentos de higiene e estética, as diretrizes deverão ser seguidas pelos médicos veterinários que atuam como responsáveis técnicos nos estabelecimentos que exercem atividades peculiares à Medicina Veterinária. "A Resolução 1069/2014 vem para padronizar a forma de atuação desses profissionais em todo o país. A partir do próximo dia 15 de janeiro, quando a resolução entrar em vigor, os responsáveis técnicos estarão respaldados por uma norma nacional para que possam orientar os estabelecimentos comerciais de exposição, manutenção, higiene, estética, venda e doação de animais, e exigir deles as adequações necessárias", explica o presidente do CFMV, o médico veterinário Benedito Fortes de Arruda.
Contato restrito com os animais
De acordo com as novas diretrizes, uma das orientações do médico veterinário deve ser pela restrição do acesso direto da população aos animais disponíveis para comercialização. "O contato deve acontecer somente nos casos de venda iminente. Essa medida pode evitar, por exemplo, que os animais em exposição sejam infectados por possíveis doenças levadas nas roupas das pessoas", exemplifica Arruda. Segundo o presidente do CFMV, os filhotes submetidos a algum tipo de estresse podem ter sua imunidade comprometida, tornando-os vulneráveis a diversos tipos de doenças.
Instalações adequadas
Os donos dos estabelecimentos comerciais também devem ter em mente que os animais necessitam de espaço suficiente para se movimentarem. "Há casos em que vários animais são alojados em espaços pequenos, sem cama para deitar nem água suficiente para beber, sem alimentação adequada. É bom lembrar que situações de maus-tratos não são apenas um ato doloso, mas também culposo", esclarece Arruda.
Ferir, mutilar, cometer atos de abuso e maus-tratos aos animais podem acarretar em detenção de três meses a um ano, além de multa. É o que prevê a Lei de Crimes Ambientais, de nº 9.605/1998. Por isso, a importância dos médicos veterinários, já que somente eles têm condições técnicas para prestar os devidos esclarecimentos que garantam a saúde e a segurança dos animais. “Em casos de descumprimento da Resolução CFMV 1.069/2014, os profissionais devem comunicar o fato ao Conselho Regional de Medicina Veterinária, que tomará as providências necessárias,” finaliza.
Imunização
O secretário-geral do CFMV, o médico veterinário Marcello Roza, também aponta outro ponto importante da Resolução 1.069/2014. "De acordo com as novas regras, os responsáveis técnicos deverão assegurar que os animais a serem comercializados estejam vacinados, de acordo com os programas de imunização", afirma. Segundo ele, muitas vezes, acontece de uma ninhada ser comercializada sem estar vacinada. “Esses são animais muito jovens e, se não estiverem imunizados, podem acabar se contaminando (com algum tipo de doença)”, esclarece.
Responsabilidade técnica
De acordo com a Resolução 1.069/14, os responsáveis técnicos também devem assegurar:
- que os animais com alteração comportamental decorrente de estresse sejam retirados de exposição;
- os aspectos sanitários dos estabelecimentos, principalmente para evitar a presença de animais com potencial zoonótico ou doenças de fácil transmissão para as espécies envolvidas;
- que não ocorra a venda ou doação de fêmeas gestantes e de animais que tenham sido submetidos a procedimentos proibidos pelo CFMV, como a onicectomia em felinos (cirurgia realizada para arrancar as garras); a conchectomia e a cordectomia em cães (para levantar as orelhas e retirar as cordas vocais, respectivamente); e a caudectomia em cães, cirurgia realizada para cortar a cauda dos animais;
- que as instalações e locais de manutenção de animais sejam livres de excesso de barulho ou qualquer situação que cause estresse a eles;
- que esses locais tenham um plano de evacuação rápida em caso de emergência;
- a inspeção diária obrigatória que garanta a saúde e o bem-estar dos animais.
A Resolução CFMV 1.069/2014 entrou em vigor no dia 15 de janeiro de 2015. A íntegra da resolução já está disponível no Portal do CFMV.




Fonte da materia: Site do CFMV.
domingo, 18 de janeiro de 2015
sábado, 17 de janeiro de 2015
Vacinação
QUANDO DEVEMOS VACINAR NOSSOS AMIGUINHOS?
CRMV-RJ 8062
Vermifugação
VERMIFUGACAO PARA CAES

